Playlist: Sei

Sou cheia de fase quando se fala em música. Tem dias que ouço sertanejo, outro reggae e tem dias como hoje, em que eu não paro de escutar Nando Reis. A música da semana é Sei.

Hoje não tem grandes histórias sobre a escolha, só deu saudade de ouvir e eu fui pro rdio (que tem sido um grande aliado) montei minha playlist e fiquei fazendo outras coisas – como pesquisar um DIY novo pra vocês, enquanto ouvia.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=9iApNt_1gms]

Sabe, quando a gente tem vontade de contar
A novidade de uma pessoa
Quando o tempo passa rápido
Quando você está ao lado dessa pessoa
Quando dá vontade de ficar nos braços dela
E nunca mais sair 

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Faculdade: O que tem na minha mochila

Quem ainda lembra da série de posts sobre faculdade? Pois então, voltei! Hoje o assunto é o que, normalmente, levamos no dia a dia das aulas.

Diferente da escola, raramente são necessários livros. A maior parte da matéria é passada em slides, eu tenho sérios problemas com slides, eles me dão sono, então peguei a mania de ficar rabiscando na aula, assim presto atenção no que o professor fala e, às vezes, anoto as informações importantes.

Tem muita gente que não leva nadinha pra aula, vai de cada um. Fiz esse vídeo para mostrar o que eu normalmente levo. Como digo no vídeo, eu tenho materiais específicos, mas decidi não mostrá-los, pois só os levo quando necessário.

Beijos,
Vic

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DIY: Regata express

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Lembrei alguns minutos antes da aula de Zumba que a aula era temática, por causa do jogo do Brasil e quem disse que eu tenho roupa verde ou amarela? Me obriguei a roubar uma bata da minha tia e cortei ela todinha.

A lógica foi exatamente a mesma que usei na outra camiseta que fiz, mas nesse tomei mais cuidado pois a cava da manga era muito pequena e caso eu cortasse demais, a alça ficaria muito fina.

Siim, tem vídeo!

Gostaram?
Logo, logo tem mais 😉

Beijos,
Vic

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DIY: Regata cavada

O DIY (“Do it yoursef” ou faça vocês mesma) de hoje não tem tutorial de internet, então fiz duas opções de explicação: em vídeo e em post.



Como expliquei no vídeo, comprei essa camiseta nas férias, mas na hora eu não vi que a estampa estava torta. Para tentar disfarçar, resolvi passar a tesoura nela, mas ainda não sabia bem o que fazer. Gosto muito das regatas cavadas, mas não tenho, então resolvi por cortar a minha camiseta assim.

Para fazer todo o processo sozinhos vocês precisarão de alfinetes, uma régua, um lápis (eu usei o 2b por ter traço mais forte e aparecer mais no preto) e uma tesoura de tecido.

Comecei cortando a gola, medi 1cm e coloquei alfinetes fazendo uma linha perto da qual eu iria cortar. Quanto aos alfinetes, é bom sempre colocar a ponta virada para o lado contrário ao que vocês começam a cortar. No vídeo eu explico melhor isso 😉 Eu não quis fazer as costas e a frente do mesmo tamanho, então cortei primeiro a frente e depois as costas.

Para cortar as mangas, marquei 2cm e coloquei os alfinetes. Cortei uma manga de cada vez, pois não sabia se a tesoura aguentaria cortar tudo de uma vez só e eu não queria que o tecido ficasse mastigado.



Para cortar a outra manga, eu dobrei a camiseta ao meio, coloquei alfinetes para juntar as duas metades e cortei. Já aproveitei para ajustar a gola (parte de traz) que havia ficado um pouquinho torta.


Aqui já não é obrigatório. Um lado da minha gola, na parte da frente, ficou maior que o outro, então para ajeitar, abri a blusa, coloquei os alfinetes e cortei o tecido que estava sobrando.


E está proonta! Para ficar assim, enroladinha, é só esgaçar o tecido. Ainda não fiquei satisfeita com essa estampa torta, mas já estou pensando em algo para disfarçar isso, assim que decidir, volto e mostro como fiz.


Vocês não tem ideia de quão feliz eu fiquei por ter conseguido fazer tudo isso sozinha. Deu muito medo de estragar a camiseta, cortar torto ou cortar onde não devia, mas consegui ajeitar os tortinhos e ficou super boa. Essa foi a primeira vez que cortei uma camiseta, assim tão radicalmente e a sensação é ótima, recomendo!

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DIY: Pulseira de fita

Já falei que AMO pulseiras? haha Incrível como só tutoriais de pulseiras me chamam a atenção. Essa semana a pulseira é mais romântica e um pouco mais difícil de fazer. Vamos precisar de fita, bolinhas, linha e agulha. A agulha tem que ser pequena o suficiente para passar pelo furinho das bolinhas.

Achei essa pulseira muito fofa e resolvi tentar. Eu fiz com bolinhas azuis e a fita preta, mas isso vai do gosto de cada um. Não coloquei bolinhas em toda a volta, pois achei que ficaria muito pesada.

Confesso que foi um desafio, a habilidade aqui é limitada e não foi a coisa mais fácil do mundo costurar as bolinhas e tentar fazer a fita ficar do mesmo tamanho entre todas elas sozinha, acho que com alguém ajudando a segurar fica mais fácil. Ficou assim:

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DIY: Pulseira de cadarço

Sou muito fã de pulseiras, já fui tão viciada que usava mais de dez no mesmo braço. Hoje já não faço mais isso, mas continuo gostando. Peguei o hábito de fazer minhas próprias pulseiras ou comprar aquelas pulseiras de feirinha hippie. Trouxe um dos tutoriais que me inspirou a recomeçar meu vicio, achei-o no Pinterest. É super fácil, vocês só precisam de um cadarço, uma tesoura e um fecho de pulseira.

Como eu não tinha fecho para pulseiras, usei um botão normal, não achei um branco, então usei um creme só pra mostrar para vocês, depois compro um branco bonito e troco. Inventei uma forma de esconder a costura (que ficou feia, pois eu não sou expert no assunto) e pronto! Estou pensando em comprar cadarço azul e fazer mais uma, pois eu só tinha branco e, como já falei, gosto de acessórios coloridos.

A minha ficou assim:

blog pulseira de cadarço (2)

Dicas: Não apertar demais na hora de trançar, quando mais soltinho, mais fofinha a pulseira fica 😉

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Faculdade: Vai de basicão!

Entendo que muitas meninas tenham dúvidas quanto a que roupa usar na faculdade, mas confesso que não tinha pensado em falar sobre a escolha do look, esse não é o meu campo. Defendo a tese de que cada um deve se sentir bem com a roupa que usa e não usar só o que a moda manda.

Não me considero exemplo de estilo, nem nada do gênero. Escolho roupa de acordo com o meu humor e meu humor tá quase sempre no modo básico. Uso e abuso de tênis, alpargatas, jeans, regatas, batas, sapatilhas e cardigãs. Quem me acompanha no lookbook sabe!

Só o que posso dizer sobre o assunto é : tomem cuidado! Vejo muitas gurias pelo campus vestidas como se estivessem indo ou voltando, vai saber para uma balada e não é legal, chama atenção sim, mas pelo motivo errado. Faculdade não é desfile de moda, muito menos batalha de makes da Capricho, então nada de abusar, ok!?

E até o confortável tem sua armadilha. Cuidado ao combinar legging com blusas coladas ou curtas, não importa se magrinha ou gordinha, vai ficar feio. Li em algum desses blogs de moda que quando usarmos uma peça muito colada devemos escolher uma peça soltinha para combinar. Acho legal decorar isso, colar na porta do guarda roupa, algo assim!

Tirando isso, sejam vocês. Vale ir de short, rasteirinha, vestido. O que importa é se sentir bem e confiante. Depois do primeiro dia você já vão ter perdido o medo  e vão começar a analisar as pessoas ao redor, faculdade tem gente de todas as tribos, todos os estilos e todos os gostos. Daí perceberão o quão besteira é essa preocupação de “o que eu uso?”.

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Faculdade: O primeiro dia

Nós já falamos sobre como escolher o curso da faculdade e sobre cursos técnicos ou pré-vestibular, mas depois de tudo isso vem o primeiro dia de aula. E agora? Bom, o meu primeiro dia foi muito tenso.

Comecei a viver o meu sonho no dia 6 de março, de 2013 no mesmo dia em que o mundo deu adeus ao Chorão. Agora imaginem, eu descobri que o Chorão tinha morrido à caminho da faculdade, se eu já estava nervosa, fiquei pior ainda.

Não vi quase nada da faculdade, caminhei a maior parte do tempo de cabeça baixa. Só fui me soltar, de fato, quando já tinha decorado onde ficava cada sala e já conversava com uma das gurias que me aguenta até hoje, um ano depois. Uma das coisas estranhas na faculdade é não ter “sinal”, outra coisa é o entra e sai.

Nunca mais vais precisar pedir autorização para entrar e sair da sala, alguns professores bronqueiam e até impedem a entrada dos alunos, mas são poucos e não é regra. A chamada, na maior parte das vezes é feita no fim da aula e tem uma penca de gente que só chega na sala no fim da aula para não ganhar falta.

Por tudo isso, hoje eu vim só pra dizer a vocês: Não tenham medo! É tudo muito estranho, mas vocês se acostumarão. Não deem ouvidos pra quem só fala mal da faculdade, normalmente são pessoas que não estão satisfeitas com alguma coisa e ainda não sabem. Não tenham vergonha de perguntar, todos já tiveram o seu primeiro dia e se sentiram tão perdidos quanto vocês.

O que levar?

É simples: um caderno, os horários/salas, caneta, música e dinheiro. Vocês não precisarão de mais do que isso. Um caderno e caneta para anotar coisas que você não pode esquecer. Os horários, pois na hora do nervosismo, confundimos a ordem das coisas – e ninguém quer entrar na sala errada, não é!?- . Música, celular, Ipod, Mp3, não importa, o importante é ter um fone de ouvido, pois esperar a aula começar sozinho não é legal. Dinheiro, pois sempre dá sono ficar parada assistindo aula, por melhor que ela seja, então dinheiro para um café ou um lanche sempre é útil – ah, na faculdade os lanches tendem a ser caros, então preparem-se -.

O que esperar?

No primeiro dia os professores explicam o que será feito na cadeira, explicam o sistema de avaliação e o método de ensino. Os professores que precisam de materiais diferenciados, darão a lista do que precisa ser comprado para a próxima aula. Aqui fica o aviso: É importantíssimo prestar atenção ao que é dito no primeiro dia, anotar o e-mail dos professores e tirar as duvidas, pois durante o semestre essas anotações podem salvá-los!

E não é pra ficar com o fone de ouvido no máximo e esquecer de socializar, viu!? Eu sei que nem sempre é fácil tentar ser legal e receptivo, mas façam uma forcinha, os trabalhos em grupo serão mais fáceis se vocês já tiverem algum contato com o resto da turma!

~ Mais um conselho, aproveitem o tempo livre na faculdade para caminhar pelos prédios, explorar o lugar, reconhecer território, deem o nome que for, o importante é que façam, assim vocês aprendem mais rápido onde está o bar mais barato, o xerox – que será o lugar onde todo o dinheiro vai parar- e os laboratório.~

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Faculdade: Pré-vestibular ou curso técnico?

Falei no primeiro post da série sobre como escolher o curso da faculdade e hoje volto um pouco na ordem das coisas e falo da preparação para a faculdade. Conheço muita gente que não sabe bem como gastar seu tempo livre durante o ensino médio, assim como conheço gente que faz pré-vestibular desde o segundo ano  e gente que faz curso técnico paralelo ao colégio.

Minha sincera opinião é: Façam cursos. Pré-vestibular não vai te ensinar nada, apenas vai te mostrar formas diferentes de memorizar coisas que tu aprende na escola. Não adianta fazer anos de pré-vestibular sem ter prestado atenção em uma aula, sequer, da escola. Deixem para começar no pré-vestibular lá no terceiro ano, daí sim, será dinheiro bem investido!

Para quem está no segundo ano e não quer ficar só com a escola, o curso técnico é uma boa saida. Além de ser profissionalizante, ainda serve de teste para a faculdade, assim já chegas no vestibular sabendo, com certeza, o que queres fazer. O curso te dará uma base muito útil na faculdade. Cursos como idiomas, computação e administração são uteis para qualquer carreira.

Eu nunca fiz curso técnico e me arrependo muito, vi que ele teria me ajudado muito no primeiro semestre, com os termos técnicos e o domínio de software, que eu tive que aprender na marra, com a ajuda de tutoriais do tio google.

A ideia de que técnico anula a necessidade de uma faculdade é besteira. O curso técnico é muito bom para a parte prática, usar as ferramentas a teu favor, mas só se aprende o pensamento, a estratégia por trás das ações e das ferramentas, na faculdade. Tem muita coisa envolvida, a história da profissão, os motivos pelos quais ela existe e a forma certa de fazer seja lá o que tu escolheste.

Como vocês sabem, fiz pré-vestibular revisão (falarei das modalidades de pré-vestibular logo) e vi que as aulas da escola ainda são mais importantes. Sem a base, sem aquela explicação, que pareceu levar uma eternidade e que te deu sono, sobre como é calculado o tamanho dos catetos e da hipotenusa, de nada adianta a musiquinha para memorizar o seno, cosseno e tangente.

Um passo de cada vez, aproveitem o tempo livre de vocês – que tende a diminuir cada vez mais-  fazendo o que vocês gostam e de quebra adquirindo bagagem para o futuro, essa é a melhor dica da vida. Eu bem que queria ter lido ela em algum lugar mais cedo!

Essa é a minha visão, vocês têm todo o direito de discordar. Qualquer duvida sobre faculdade, pré-vestibular ou assuntos relacionados, é só perguntar 😉

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Faculdade: Escolhendo o curso.

Não desista, o começo é sempre o mais difícil.

Está chegando a hora de escolher o que fazer da vida, não é?! Se tu estas acabando o colégio, deves saber bem do que falo. Eu sei que escolher um curso não é fácil, dá medo e as pessoas não colaboram em nada, ficam questionando, falando mal da profissão X, pois o filho da amiga da prima da vizinha é formado nisso e não consegue emprego.

Mas não é bem assim. Nada impede que tentes um curso, mude para outro e, caso ainda não tenhas certeza, vá para um terceiro. É valido testar todas as oportunidades, o que não pode é se deixar influenciar pelos outros.

Há quatro anos, quando alguém me perguntava o que eu queria ser nem sempre eu tinha uma resposta, eu só sabia que queria ir pra faculdade e rápido. Foi nessa época que comecei a pensar em tudo que eu gostava de fazer e tudo o que eu não gostava.

Primeiro separei as matérias que eu amava (informatica, português, história, inglês e artes), as que eu odiava (Química, biologia, geografia) e aquelas que eu não amava, mas também não odiava (Matemática, física e educação física). Aqui vale lembrar que gostar do professor não significa gostar da matéria. No início não adiantou muito fazer a separação, o uso dela veio só mais tarde. Quando cheguei no ensino médio, o fim do prazo imposto por mim para decidir.

Pensei em Arquitetura, Psicologia, Design e Publicidade e Propaganda. Não gosto de matemática, então nada de Arquitetura. Sou péssima em Biologia e surtada por natureza, Psicologia seria a minha morte. Publicitários são muito sociáveis, eu ODEIO falar em público, então nada de PP. Sobrou Design e como eu gosto de desenhos, photoshop, HTML e fotografia, decidi-me por esse curso.

Claro que deu medo, mas foi mais medo da faculdade do que de não gostar do curso. Com o tempo as coisas se ajeitam e nós vamos nos acostumando com a ideia. Sempre tem alguém que diz “nossa, tu não tem nada a ver com esse curso”, mas não vale a pena desmotivar por causa desses comentários. Se cada vez que alguém faz cara de interrogação pro nome do meu curso eu fosse me importar, eu já tinha largado tudo.

Força, galera. É só o início de uma nova fase e ela tem tudo pra ser incrível!

Quando eu estava escolhendo o meu curso, não achei muitos que falassem sobre o assunto, então decidi começar essa série, assim posso tentar ajudar quem precisa a fazer a escolha, segundo alguns, mais importante da vida e entender como funciona a faculdade. Qualquer dúvida é só chamar 😉

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