Livro: Me ajude a chorar

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Há alguns meses houve, em Porto Alegre, a noite de autógrafos do novo livro do Carpinejar. Confesso que não fiquei muito empolgada com o livro quando li o resuminho que saiu no jornal. Até desisti de ir no evento, algumas horas antes do mesmo começar.

Em um passeio pelo shopping, fomos na Fnac e eu podia comprar um livro só, o que logicamente é uma tortura, pois a lista de futuras leituras só aumenta. Incrível como quando eu quero comprar um, só aparecem na minha frente os livros que eu não quero.

Eu já estava desistindo quando minha mãe apareceu com o livro do Carpinejar na mão, perguntando: ” não pode ser esse?”, dei uma olhada, li a sinopse, olhei o sumário e respondi: “pode”, assim sem muita expectativa.

Quando comecei a ler foi mágico. Parece que o livro foi escrito pra mim, é como uma conversa com um bom amigo, que mesmo sem querer te dá os melhores conselhos de todos os tempos.

Vocês sabem que eu tenho o costume de marcar os trechos do livro que mais gostei, mas não consegui fazê-lo desta vez. É tudo tão significativo, tão importante, que marcar apenas uma frase seria um atentado.

Me ajude a chorar, publicado pela editora Bertrand Brasil, é composto por 47 crônicas e 155 páginas. Eu não lembro quanto paguei no meu, mas nas lojas online está na média dos R$ 20,00.

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Mudamos

Então, mais uma vez, o blog passou por mudanças. Já faz mais ou menos 6 meses que estamos em novo domínio, mas não sei como, diabos, esqueci de colocar um aviso aqui.

Não vou excluir os post, pois a nostalgia, às vezes, me faz vir aqui dar um passeio.

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pontocom

 

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Livro: Silêncio em poema

Livro silencio em poema - santaironia

Falei no post sobre O lado fatal que amo livros de poemas e acabo por tratá-los como pequenas bíblias particulares. Ano passado o meu professor e amigo, Lucas de Melo Bonez, publicou seu primeiro – de muitos, eu espero- livro e para a minha felicidade é uma coletânea de poemas.

Percebo em seus poemas a influência do Heavy metal, estilo musical favorito dele. É incrível como Lucas joga com sentimentos pesados, como angustia e busca por amar e ser amado em troca, sem fazer pesar a leitura, ao contrário, os poemas são sonoros, fator que os torna ainda mais envolventes.

Meu livro se encontra cheio de flags, gosto de marcar meus poemas favoritos e acabei marcando quase o livro todo. Seria impossível escolher conscientemente um poema para compartilhar. Sendo assim, deixo aqui o poema Em frente, o ganhador do sorteio e sugiro que a leitura seja feita em voz alta.

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Aos interessados, o livro está a venda aqui.

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Livro: Cidades de papel

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Depois de um fim de semana chuvoso e sem internet, terminei a leitura de Cidades de papel, livro que roubei da estante do meu primo.

Cidades de papel é um livro do John Green, o mesmo autor de A culpa é das estrelas, que eu já resenhei aqui. O livro conta a história de Quentim e Margo, tendo como plano de fundo o final do ensino médio.

Quentim e Margo cresceram juntos, mas passaram de amigos a conhecidos durante a adolescência. Margo passou a fazer parte do grupo dos populares, enquanto Quentim integrava o grupo dos estranhos.

Um belo dia Margo surge na janela de Quentim e o convida ( praticamente o intima) a participar de uma vingança, no dia seguinte, ao chegar no colégio Q ( apelido do Quentim) descobre que Margo sumiu.

Começa assim a busca pela misteriosa Margo, que não é nem metade de tudo o que pensavam. A cada pista descoberta Q se vê mais longe do verdadeiro paradeiro de Margo e mais perto de si mesmo.

Gostei muito do livro, o suspense em torno do desaparecimento de Margo, as pistas e toda a filosofia sobre as cidades de papel. É tudo muito envolvente. Esse é o tipo de livro que não se pode largar no meio.

A única coisa que me deixou incomodada foi o final. Achei abrupto. No meio de uma possível grande reflexão à la Margo e Quentim, o livro acaba. Precisei reler três vezes as duas últimas paginas para entender que realmente era o fim. Pensei estar vendo errado.

Para deixá-los na vontade, deixo o meu trecho favorito do livro:

“É meio difícil ir embora – até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil de mundo. (Quentim)

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Resenha: A sétima onda

Falei aqui sobre o livro Amor e deixei claro que eu tinha um final em mente e estava torcendo para vê-lo no segundo livro. Hoje falo do livro dois, Emmi e Leo – A sétima onda. 

Acreditem quando digo que estou me segurando para não sair soltando mais spoilers do que a sinopse já fez. Achei desnecessário eles contarem que Leo foi pra Boston e que tem uma namorada americana, mas fazer o que!? Uma dica que deixo é: Prestem atenção nas datas!
Terminei de ler A sétima onda e saí pulando pela casa. O final é tudo o que eu queria, mas de maneira inusitada. Tudo a ver com esses dois cabeçudos que nunca fazem o que é esperado, eles sempre surpreendem, conseguindo complicar até a coisa mais simples. 
No início, Leo está de volta de Boston e com a noticia bombástica de que está namorando, o que me deixou bem irritada, sou team Emmi assumidíssima!  A Emmi também não deixou fácil e fez bastante mimimi. Acho que a parte boa de todo livro é isto, tu te colocas no lugar dos personagens e sente o que eles estão sentindo, Daniel Glattauer está de parabéns!
Eu não poderia ter ficado mais satisfeita com toda a construção da história. Tem coisa mais divertida que esses dois bêbados?! Com toda a certeza, tanto Amor como A sétima onda,  entraram para a minha lista de livros favoritos dos últimos tempos. 
Sinopse:
Em @mor, o escritor e jornalista austríaco Daniel Glattauer se utiliza dos princípios dos romances epistolares – trocas de cartas – com uma roupagem contemporânea: o contato virtual. Ao contar a fortuita atração mútua entre os jovens Leo Leike e Emmi Rothner por meio de conversas por e-mails e os sentimentos que desenvolvem um pelo outro, o autor utiliza pontos de vista alternados para contar uma inusitada história de amor. “Emmi e Leo” é a sequência dessa história tão intrigante quanto inusitada e que surgiu por erro de endereçamento no envio de um email. Na atual etapa, Leo Leike retorna de Boston após uma longa ausência, e é recebido por uma caixa de emails lotada de notícias de Emmi Rothner. O sentimento dos dois não mudou, e eles reiniciam a troca de mensagens. Só que agora Leo está namorando a americana Pamela, e Emmi continua casada. A orgulhosa Emmi e o tímido Leo nunca estiveram tão próximos, e ao mesmo tempo tão distantes. Daniel Glattauer reconquista os leitores e a crítica internacional com seu peculiar olhar sobre as relações amorosas dos tempos atuais. A prova do fenômeno editorial da dupla de romances: @mor e “Emmi e Leo” foram traduzidos para quarenta idiomas e tiveram 64 montagens teatrais na Alemanha e Áustria.
Para deixar vocês com ainda mais curiosidade sobre o livro, deixo aqui minhas frases favoritas do livro ( uma do Leo e uma da Emmi, pra não ser injusta).

“Quem vive apenas em etapas sente falta do todo, da inteireza, do senso de completude. Vive em pedaços frágeis, pequenos, que não dizem nada. Ao fim, tudo lhe parece breve demais. Tim tim ” (Leo Leike)  

” Exclusivamente EU tenho a mim e posso me desapropriar de mim. Às vezes, eu também me largo. E, às vezes, eu me retomo. Mas só raramente. E não pra outra pessoa qualquer.” (Emmi Rothner)

Ficha técnica:
Autor: Glattauer, Daniel; Glattauer, Daniel
Categoria: Literatura Estrangeira / Biografias e Memórias
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Livro: A sétima onda

Falei aqui sobre o livro Amor e deixei claro que eu tinha um final em mente e estava torcendo para vê-lo no segundo livro. Hoje falo do livro dois, Emmi e Leo – A sétima onda.

Acreditem quando digo que estou me segurando para não sair soltando mais spoilers do que a sinopse já fez. Achei desnecessário eles contarem que Leo foi pra Boston e que tem uma namorada americana, mas fazer o que!? Uma dica que deixo é: Prestem atenção nas datas!

Terminei de ler A sétima onda e saí pulando pela casa. O final é tudo o que eu queria, mas de maneira inusitada. Tudo a ver com esses dois cabeçudos que nunca fazem o que é esperado, eles sempre surpreendem, conseguindo complicar até a coisa mais simples.

No início, Leo está de volta de Boston e com a noticia bombástica de que está namorando, o que me deixou bem irritada, sou team Emmi assumidíssima!  A Emmi também não deixou fácil e fez bastante mimimi. Acho que a parte boa de todo livro é isto, tu te colocas no lugar dos personagens e sente o que eles estão sentindo, Daniel Glattauer está de parabéns!

Eu não poderia ter ficado mais satisfeita com toda a construção da história. Tem coisa mais divertida que esses dois bêbados?! Com toda a certeza, tanto Amor como A sétima onda,  entraram para a minha lista de livros favoritos dos últimos tempos.

Sinopse:

Em @mor, o escritor e jornalista austríaco Daniel Glattauer se utiliza dos princípios dos romances epistolares – trocas de cartas – com uma roupagem contemporânea: o contato virtual. Ao contar a fortuita atração mútua entre os jovens Leo Leike e Emmi Rothner por meio de conversas por e-mails e os sentimentos que desenvolvem um pelo outro, o autor utiliza pontos de vista alternados para contar uma inusitada história de amor. “Emmi e Leo” é a sequência dessa história tão intrigante quanto inusitada e que surgiu por erro de endereçamento no envio de um email. Na atual etapa, Leo Leike retorna de Boston após uma longa ausência, e é recebido por uma caixa de emails lotada de notícias de Emmi Rothner. O sentimento dos dois não mudou, e eles reiniciam a troca de mensagens. Só que agora Leo está namorando a americana Pamela, e Emmi continua casada. A orgulhosa Emmi e o tímido Leo nunca estiveram tão próximos, e ao mesmo tempo tão distantes. Daniel Glattauer reconquista os leitores e a crítica internacional com seu peculiar olhar sobre as relações amorosas dos tempos atuais. A prova do fenômeno editorial da dupla de romances: @mor e “Emmi e Leo” foram traduzidos para quarenta idiomas e tiveram 64 montagens teatrais na Alemanha e Áustria.

Para deixar vocês com ainda mais curiosidade sobre o livro, deixo aqui minhas frases favoritas do livro ( uma do Leo e uma da Emmi, pra não ser injusta).

“Quem vive apenas em etapas sente falta do todo, da inteireza, do senso de completude. Vive em pedaços frágeis, pequenos, que não dizem nada. Ao fim, tudo lhe parece breve demais. Tim tim ” (Leo Leike)

” Exclusivamente EU tenho a mim e posso me desapropriar de mim. Às vezes, eu também me largo. E, às vezes, eu me retomo. Mas só raramente. E não pra outra pessoa qualquer.” (Emmi Rothner)

 Ficha técnica:
Autor: Glattauer, Daniel; Glattauer, Daniel
Categoria: Literatura Estrangeira / Biografias e Memórias
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Resenha: Só as mulheres e as baratas sobreviverão

Sabe quando estamos em casa, o Facebook tá chato, no twitter não tem ninguém e começa a bater aquele tédio? Então, é em um momento assim que pegamos a primeira coisa pra ler, né!? Pois nesse momento eu recomendaria o livro Só as mulheres e as baratas sobreviverão. 

O livro, escrito pela Claudia Tajes, conta a história de Dulce, uma produtora fotográfica que um dia se vê trancada em seu apartamento só de toalha pois uma barata se apossou de todas as roupas do closet.
A falta de alguém para ajudar faz Dulce começar uma reflexão acerca de quem ela é, o que ela faz e o quais os motivos que a levaram até aquela situação. Tudo isso em um diálogo com a barata, ou seria um monologo? 
Sinopse: 
Qual a sua fobia? A de Dulce, produtora fotográfica batalhadora, trinta e muitos, são as baratas. Como num pesadelo, numa noite de sábado em que se prepara para mais um encontro com um potencial pretendente, ela se depara, ao sair do banho enrolada na toalha, com uma barata descansando em cima do vestidinho preto básico escolhido para a ocasião. Dando vazão à sua fobia (e a de 99% das mulheres, diga-se), Dulce bate a porta do closet, e tem início uma noite como nenhuma outra. Com a barata do outro lado da porta, e imobilizada pelo medo, essa protagonista humana, demasiado humana, repassa a própria vida. Numa espécie de sessão de terapia sui generis, tem-se um vislumbre das dores e das delícias da vida de solteira nos dias de hoje, das frustrações, expectativas e paixões segundo Dulce, em horas de lamentos e risos que deixam o leitor pedindo mais. Refletindo sobre a natureza das mulheres, Claudia Tajes investiga nesta inusitada e divertida novela o que aconteceria se a batalha final fosse travada entre mulheres e baratas – reforçando o lado das mulheres com seu refinado humor.

Comprei este livro por causa do título, a leitura não levou mais que três dias, mas levei aproximadamente cinco meses para tomar coragem e fazer essa resenha, pelo simples fato de que este não é um livro que dê o que falar. A história é legalzinha, engraçadinha, mas é só isso. Não me senti envolvida, fiquei indiferente. Por isso digo, quando bater o tédio e este livro estiver por perto, dê-o uma chance, mas não crie expectativas. 
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Livro: Só as mulheres e as baratas sobreviverão

Sabe quando estamos em casa, o Facebook tá chato, no twitter não tem ninguém e começa a bater aquele tédio? Então, é em um momento assim que pegamos a primeira coisa pra ler, né!? Pois nesse momento eu recomendaria o livro Só as mulheres e as baratas sobreviverão.

O livro, escrito pela Claudia Tajes, conta a história de Dulce, uma produtora fotográfica que um dia se vê trancada em seu apartamento só de toalha pois uma barata se apossou de todas as roupas do closet.
A falta de alguém para ajudar faz Dulce começar uma reflexão acerca de quem ela é, o que ela faz e o quais os motivos que a levaram até aquela situação. Tudo isso em um diálogo com a barata, ou seria um monologo?
Sinopse:
Qual a sua fobia? A de Dulce, produtora fotográfica batalhadora, trinta e muitos, são as baratas. Como num pesadelo, numa noite de sábado em que se prepara para mais um encontro com um potencial pretendente, ela se depara, ao sair do banho enrolada na toalha, com uma barata descansando em cima do vestidinho preto básico escolhido para a ocasião. Dando vazão à sua fobia (e a de 99% das mulheres, diga-se), Dulce bate a porta do closet, e tem início uma noite como nenhuma outra. Com a barata do outro lado da porta, e imobilizada pelo medo, essa protagonista humana, demasiado humana, repassa a própria vida. Numa espécie de sessão de terapia sui generis, tem-se um vislumbre das dores e das delícias da vida de solteira nos dias de hoje, das frustrações, expectativas e paixões segundo Dulce, em horas de lamentos e risos que deixam o leitor pedindo mais. Refletindo sobre a natureza das mulheres, Claudia Tajes investiga nesta inusitada e divertida novela o que aconteceria se a batalha final fosse travada entre mulheres e baratas – reforçando o lado das mulheres com seu refinado humor.
 
Comprei este livro por causa do título, a leitura não levou mais que três dias, mas levei aproximadamente cinco meses para tomar coragem e fazer essa resenha, pelo simples fato de que este não é um livro que dê o que falar. A história é legalzinha, engraçadinha, mas é só isso. Não me senti envolvida, fiquei indiferente. Por isso digo, quando bater o tédio e este livro estiver por perto, dê-o uma chance, mas não crie expectativas.
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Resenha: @mor

Amor, escrito por Daniel Glattauer, conta a história de Emmi e Leo, que começam uma caso, através de e-mails. O problema é que eles não se conhecessem e tudo que tem são suposições sobre como seriam, imagens idealizadas um do outro. A troca de mensagens dura um ano e eles, depois de muita confusão, decidem se encontrar.

Gostei muito da história. Os e-mail são inteligentes e as conversas, nos mostram como são os personagens. Como não há narração é preciso prestar atenção na ordem dos e-mail para não se confundir. O final é surpreendente, mas eu não gostei, esperava outra coisa.

Sinopse:
Num e-mail enviado por engano, começa um relacionamento virtual que testa as convicções de Leo Leike e Emmi Rothner. Leo Leike, ainda digerindo o fracasso de seu último relacionamento, responde de forma espirituosa a duas mensagens enviadas por engano por Emmi Rothner, casada. Inicialmente, ela só queria cancelar uma assinatura de revista. Depois, inclui Leo por engano entre os destinatários de um e-mail de boas festas. Na terceira troca de e-mails, o mal-entendido dá lugar à atração mútua, reforçada pelo fato de um nunca ter visto o outro. Nada como a curiosidade instigada por frases bem encadeadas chegando a intervalos regulares numa caixa postal eletrônica para que os dois se esqueçam dos possíveis impedimentos. A cada dia, Leo e Emmi se sentem mais impelidos a marcarem um encontro. Após trocas contínuas de mensagens, está claro para ambos que o marido dela e as feridas emocionais dele não serão obstáculos para que marquem um encontro. O único obstáculo real é a insegurança de ambos quanto à transformação da fantasia em realidade. O austríaco Daniel Glattauer dá nova vida à tradição epistolar em @mor, primeiro de dois romances que exploram um relacionamento sustentado basicamente em trocas de e-mails. Romance de estreia de Glattauer e campeão de vendas na Alemanha e na Espanha, o livro explora, sob roupagem moderna, sentimentos familiares a amantes de todas as gerações.

Além de Amor há mais um livro chamado Emmi e Leo – A sétima onda. Foi só por isso que não me revoltei com o final, tenho esperanças que no próximo livro o final que eu queria aconteça.

Estava com saudade de fazer resenha literária! Com o início da Faculdade não consigo mais tempo para ler os poucos livros da minha lista, os livros técnicos ou sobre arte invadiram minha cabeceira e acho que vão demorar pra deixá-la. Vocês não tem noção de como é difícil achar os livros sobre história da Arte. Cada aula é indicado um livro novo e eu NECESSITO referências, então estou lendo tudo! Não fiquem brabos(as) comigo, por favor. 

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Livro: @mor

Amor, escrito por Daniel Glattauer, conta a história de Emmi e Leo, que começam uma caso, através de e-mails. O problema é que eles não se conhecessem e tudo que tem são suposições sobre como seriam, imagens idealizadas um do outro. A troca de mensagens dura um ano e eles, depois de muita confusão, decidem se encontrar.

Gostei muito da história. Os e-mail são inteligentes e as conversas, nos mostram como são os personagens. Como não há narração é preciso prestar atenção na ordem dos e-mail para não se confundir. O final é surpreendente, mas eu não gostei, esperava outra coisa.

Sinopse:
Num e-mail enviado por engano, começa um relacionamento virtual que testa as convicções de Leo Leike e Emmi Rothner. Leo Leike, ainda digerindo o fracasso de seu último relacionamento, responde de forma espirituosa a duas mensagens enviadas por engano por Emmi Rothner, casada. Inicialmente, ela só queria cancelar uma assinatura de revista. Depois, inclui Leo por engano entre os destinatários de um e-mail de boas festas. Na terceira troca de e-mails, o mal-entendido dá lugar à atração mútua, reforçada pelo fato de um nunca ter visto o outro. Nada como a curiosidade instigada por frases bem encadeadas chegando a intervalos regulares numa caixa postal eletrônica para que os dois se esqueçam dos possíveis impedimentos. A cada dia, Leo e Emmi se sentem mais impelidos a marcarem um encontro. Após trocas contínuas de mensagens, está claro para ambos que o marido dela e as feridas emocionais dele não serão obstáculos para que marquem um encontro. O único obstáculo real é a insegurança de ambos quanto à transformação da fantasia em realidade. O austríaco Daniel Glattauer dá nova vida à tradição epistolar em @mor, primeiro de dois romances que exploram um relacionamento sustentado basicamente em trocas de e-mails. Romance de estreia de Glattauer e campeão de vendas na Alemanha e na Espanha, o livro explora, sob roupagem moderna, sentimentos familiares a amantes de todas as gerações.

Além de Amor há mais um livro chamado Emmi e Leo – A sétima onda. Foi só por isso que não me revoltei com o final, tenho esperanças que no próximo livro o final que eu queria aconteça.

Estava com saudade de fazer resenha literária! Com o início da Faculdade não consigo mais tempo para ler os poucos livros da minha lista, os livros técnicos ou sobre arte invadiram minha cabeceira e acho que vão demorar pra deixá-la. Vocês não tem noção de como é difícil achar os livros sobre história da Arte. Cada aula é indicado um livro novo e eu NECESSITO referências, então estou lendo tudo! Não fiquem brabos(as) comigo, por favor.

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