Comentando livros: Anjos e Demônios – Dan Brown

Falei no instagram que queria começar a ler um livro por mês e por enquanto estamos firmes. Para que vocês acompanhem minhas leituras, me mantenham na linha e – quem sabe- sintam-se inspirados a ler, decidi comentar as minhas leituras com vocês.

O meu livro de janeiro foi o Anjos e Demônios do Dan Brown. Anjos e Demônios, apesar de se passar um ano antes do livro O código Da Vinci, foi publicado depois. O meu é paper back, com essa capa que eu não gosto, e eu fiquei morrendo de medo de amassar tudo.

CAPAS-livro-DANBROWN

Vamos começar do começo, esclarecendo que em nota o próprio autor diz que “Todas as referências a obras de arte, a arquitetura, a túneis e a tumbas em Roma são inteiramente factuais – real- (assim como suas localizações exatas). Essas obras e monumentos ainda podem ser vistos hoje. A fraternidade dos Illuminati também é factual.” Ou seja, apesar de ser uma história ficticia, ela usa fatos reais.

A sinopse do livro conta que “Robert Langdon, o famoso professor de Simbologia de Harvard, vive sua primeira aventura em Anjos e Demônios, quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano.” Pelo título já podíamos esperar que a história tivesse algo a ver com religião, mas preciso dizer que alguns pontos pra mim foram mais que perturbadores.

Em diversos pontos do livro há reflexões sobre os demonios, a posição da igreja católica, fé x religião e as mídias que eu simplesmente precisei parar e refletir, ele foi fundo, bem na ferida. Como essa: “Às vezes, revelação divina significa simplesmente adaptar seu cérebro para escutar o que seu coração já sabe.”(pag.352)

Acho linda a forma como Dan Brown consegue transformar a história em algo tão intrigante, os costumes do Vaticano, os Illuminati, as teorias científicas e os pontos de Roma são explicados de maneira tão leve e tão fácil que fiquei me perguntando por que na escola parecia tão complexo. Ao mesmo tempo fala tão sério sobre todos esses fatos que quase comecei a achar que tudo era real. No livro grandes nomes da história são citados, como Galileu, Bernini, Copérnico e Papa Pio IX, mas eles estão colocados em contextos que não viveram. Por exemplo, Galileu e Bernini morreram antes do inicio (conhecido) dos Illuminati e tantas outras constatações que não podem ser levadas a sério.

Algumas das falas do Camerlengo me representam totalmente, como “A fé, todas as formas de fé, são advertências de que existe algo que não podemos compreender, algo a que temos de responder. Com fé, prestamos contas uns aos outros, a nós mesmos e a uma verdade maior. A religião é falha, mas só porque o homem é falho” (pag.279)

Espero que vocês tenham gostado! Já leu?! Comenta aqui – educadamente- o que achou.

Beijos, Vi.
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